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Quem é você?

Autor: Edson Ferreira | Data 16/02/2020 10:54:01

Uma das maiores buscas do ser humano é descobrir sua motivação infinita. Parece que a motivação é o salvador da pátria, afinal de contas se você estiver constantemente motivado suas realizações serão consecutivas. Buscar por algo...

Fazer isso com a sua equipe é um crime

Autor: Edson Ferreira | Data 07/02/2020 22:00:38

Estudos internacionais com dados e 63 países entre 2000 e 2011 apontam uma importante relação entre suicídio e desemprego. O desemprego de uma pessoa tem um impacto muito maior que apenas financeiro. É também social e emocional, muitas vezes...

Dormir bem: uma receita para qualidade de vida e p

Autor: Edson Ferreira | Data 20/01/2020 16:47:19

Uma pesquisa sobre o sono feita Philips em 2019 com mais de 11000 pessoas mostrou que, para 44% delas a qualidade do sono piorou nos últimos anos. Todos nós sabemos que um bom sono é fundamental para nossa qualidade de vida e produtividade no...

Como ter alta performance já.

Autor: Edson Ferreira | Data 20/01/2020 14:44:53

Foco, disciplina e treinamento são elementos chave para quem quer conquistar algo diferente na vida. E para isso precisamos parar de buscar grandes realizações. Precisamos sonhar grande isso é verdade. Mas para chegar no sonho grande,...

Atendimento ao cliente

Autor: Edson Ferreira | Data 01/11/2019 06:55:28

O que é atender ao cliente? Vejo entendimentos distorcidos desse tema. Vejo muita gente acreditado que atender ao cliente é o mesmo que vender. Já vi muitas palestras e treinamentos sobre esse tema que diz que você precisa estar bem...

Evolua sua equipe sem muito esforço

Evolua sua equipe sem muito esforço

Autor: Edson Ferreira | Data 31/01/2020 20:50:23


Nesse post quero apenas contar duas histórias/Estudos que representam exatamente essa estratégia.
Estudo 1
Um estudo onde reuniram um grupo de estudantes de psicologia, que receberam cinco ratos e um labirinto em forma de “T” para realizar uma experiência. Esse “T” tinha um lado branco e outro cinza. A missão de cada ratinho era aprender a se deslocar até o lado cinza, sendo recompensado com comida caso atingisse o objetivo. Assim, os alunos deveriam dar a cada animal dez chances por dia de aprender quão vantajoso seria ir pelo lado cinza. O progresso de cada bichinho deveria ser registrado. O que ninguém sabia previamente é que as criaturas avaliadas no teste eram, na verdade, os alunos envolvidos no projeto. Antes de tudo começar, eles receberam a informação de que determinados ratinhos eram mais inteligentes do que outros. Essas habilidades teriam sido criadas e controladas em laboratório. Tudo bem explicado cientificamente, para que ninguém duvidasse da informação. Essa era a versão oficial, mas na realidade os animais eram idênticos. Não haviam passado por nenhum processo de aprimoramento genético. A intenção dos criadores do teste era avaliar os resultados obtidos segundo as expectativas dos envolvidos. E assim foi feito. Metade dos participantes ficou com os ratinhos geniais e a outra metade com aqueles, digamos assim, menos favorecidos do ponto de vista intelectual. Ao final, os ratinhos previamente chamados de inteligentes se saíram melhor rumo ao lado cinza do “T” do que aqueles rotulados de pouco capazes — e você se lembra de que eles eram iguais? Mais interessante ainda foi a descoberta de que o empenho dos alunos mudou conforme o time de ratos a eles confiado. Esforçaram-se mais para ensinar aqueles que comandaram os animais oficialmente mais espertos. Estes foram mais pacientes e delicados do que os integrantes do outro grupo, com os ratinhos supostamente menos inteligentes.
Estudo 2
Há um estudo feito por dois cientistas norte-americanos. Os pesquisadores pediram que jovens de 18 salas diferentes respondessem a um teste de QI. Somente os professores saberiam do resultado através dos pesquisadores, os alunos não teriam acesso a nenhuma informação. Os pesquisadores disseram aos docentes que o tal teste apontaria aqueles com os melhores resultados do ponto de vista intelectual. Selecionaram alguns alunos que tiveram resultados apenas medianos nos testes, porém falaram aos professores que esses eram os mais brilhantes da turma. Acontece que, após receberem os resultados, os professores começaram a considerá-los realmente melhores do que os outros, e de fato os alunos tiveram notas mais altas depois, nas provas regulares da escola. Já aqueles que os professores receberam a informação de que eram considerados normais, claro, não mudaram o desempenho. Por que houve essa diferença na performance escolar quando, claramente, todo o grupo de alunos tinha capacidade similar? O que fazia com que alguns alunos se destacassem mais do que outros? A conclusão foi a de que a crença dos professores, de alguma forma, influência de modo significativo o desempenho dos estudantes. Ou seja, só porque os professores acreditavam que certos alunos eram mais inteligentes, eles realmente passaram a ter melhores resultados. Já aqueles que os professores pensavam que estavam na média tiveram resultados normais.
OITO MESES DEPOIS
 O mais impressionante ainda é o que aconteceu depois. Para fechar seu estudo, os pesquisadores voltaram a aplicar o teste de QI nesses alunos depois de oito meses. Quando aplicaram a avaliação novamente, os estudiosos constataram que os garotos anteriormente tidos como “normais” pelos professores mantiveram os resultados medianos no teste. Porém, os que foram classificados como “os melhores” pelos mestres na primeira vez tiveram uma alta muito maior de pontos no segundo resultado obtido. A crença positiva dos professores em relação a esses alunos não só os fizeram tirar melhores notas nas provas, como também os deixou mais inteligentes de fato, como comprovado no teste de QI.
Moral dessas histórias #1
Esteja próximo das pessoas que já acreditam que você é aquilo que quer ser. Isso o puxará para cima e transformará sua mente. Ou como já diz a famosa frase do Jim Rohn, escritor e palestrante norte-americano: “Você é a média das cinco pessoas com quem mais convive”.
Moral dessas histórias #2
A sua crença sobre as pessoas que te rodeiam te motiva ou te ajuda a contribuir mais com elas e isso ajuda a definir quem elas são.